- Quem é vc pra brincar com meus sentimentos desse jeito?
- Sou o teu homem!! E digo isso a quem quiser ouvir. Não consigo tirar vc do meu coração!
- Mas pq vc me deixa? Pq suas pegadas não estão mais do lado das minhas?
- Eu quis o melhor e encontrei, mas pra isso eu tive que arriscar o que tinha de bom.. o meu amor!
- E vc acha que valeu a pena?
- Não sei. Te perdi?
- Sim, eu sofri demais e não quero isso de novo na minha vida. É difícil pensar na idéia de não te amar mais, mas pelo menos estou tentando arrancar vc de mim.
- O nosso amor morreu?
- Vc mesmo me disse que o matou!
- Pq vc fez o q fez?
- Pelo mesmo motivo q vc fez a mesma coisa durante mto tempo. Mas a diferença é q eu agüentei calada.
- Vc me culpa de tudo isso! Vc acha justo?
- A escolha foi sua! Vc escolheu o seu “caminho mais curto” e agora ta colhendo os frutos.
- Vc acha q fiz errado?
- O caminho mais curto nem sempre é o mais certo.
- To pensando em mim..
- Eu tb comecei a pensar em mim agora.
- Vc nunca me deu força!
- Isso seria contra meus princípios. Te ajudei o quanto pude.
- Vc se arrepende?
- De que?
- De ter se apaixonado por mim um dia?
- Pelo contrário, foi a coisa mais certa que fiz na vida. Aprendi mta coisa e tive a confirmação de outras.
- Pq vc sempre fala indiretamente?
- Pq vc nunca entende o q eu falo?
- Seja objetiva, não fuja do tema, vc tem medo?
- Hoje eu tenho medo sim, medo de vc, das suas palavras que parecem foices que vão de encontro a mim e me tira pedaços.
- Será que tem algo de errado em mim?
- De maneira alguma, vc está certo em ser egoísta e pensar só em vc! Eu que fui idiota tanto tempo tentando pensar num conto de fadas. Contos de fadas não existem... tá doendo, me deixe sozinha agora. Preciso ser livre, preciso me libertar disso, não quero ser escrava de sentimentos pra sempre.
- ok.
Tudo isso foi fruto de minha imaginação fértil. Qualquer semelhança será mera coincidência.
Não nasci, mas moro na terra da garoa. Confesso que quando cheguei a SP achei que fosse a terra dos esquecidos pelo sol... só fazia frio (além da garoa).
Pois bem, até então eu mal sabia a utilidade de um “guarda-chuva” até quando me vi obrigada a carregar dentro da minha bolsa, um objeto cujo qual, minha mãe achava util pra mim. Lendo a explicação de Houaiss em seu livro, um sentimento de pesquisa aguçou meu instinto e olha o que deu:
Acepções
■ substantivo masculino
objeto portátil que consiste em uma armação flexível de hastes metálicas coberta por pano ou outro material que se estica ao abrir-se a armação, protegendo da chuva ou do sol o seu portador
Sinônimos
barraca, chapéu, chapéu-de-chuva, chapéu-de-sol, guarda-sol, pára-chuva, pára-sol, parteira, sombrinha, umbela, umbrela
Gramática
pl.: guarda-chuvas
Na antiguidade, o guarda-chuva era um símbolo cerimonial no Egito, China e Grécia. A data de sua origem é incerta, mas um vaso grego do ano 340 antes de Cristo já nos mostra um guarda-chuva.
Mais tarde, nos países asiáticos, era usado como proteção contra os raios do sol. No Sião (atual Tailândia), o guarda-chuva era um símbolo de posição social.
Os japoneses, por sua vez, difundiram o seu uso, com variados modelos e lindos desenhos. No século XVIII ele foi introduzido na Europa pelo inglês Jonas Hanway, que demonstrou sua utilidade como proteção contra a chuva. Só então os homens passaram a usá-lo: antes era considerado um objeto feminino, por ser delicado.
No início foi adotado o modelo chinês. Os mais comuns eram feitos de alpaca (um tipo de lã) e os mais finos, de seda. Depois, foram substituídos pelos modernos tecidos impermeáveis.